Um espaço de apresentações no Brooklyn, um caminhão de interfaces Apollo, e algumas horas antes de dezoito instrumentistas de cordas entrarem. Fab propõe o plano óbvio — a orquestra vai para o chão, não para o palco, por causa da reverberação e dos ângulos de câmera — e monta a sala a partir daí. Dentro: a Flux tree sendo erguida com uma fita métrica, Schoeps espalhados pelas seções e M49s nos contrabaixos do jeito que Al Schmitt fazia, uma lista de 18 entradas distribuída entre três Apollos e um 4-710 para que a numeração se mantenha em um dia corrido, um split na guitarra da Yvette que capta um DI limpo antes do pedalboard e estéreo depois dele, e o sistema de retorno (cue) que permite à orquestra ouvi-la sem que uma nota de guitarra chegue aos microfones das cordas. Além da conversa com o maestro Peter Askim que mudou o disco: o click é cortado.